Tradições estão na fila para registro
18 de outubro de 2012 | OESP
ARTUR RODRIGUES
Desde outubro, bens imateriais podem ser reconhecidos pelo Estado. A análise
deve ser feita sempre pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico,
Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).
A ideia é registrar danças, músicas, pratos, costumes, rituais, livros, brincadeiras, lugares ou outros tipos de manifestações artísticas ligadas à história.
Até agora, porém, não foi finalizado nenhum dos processos de registro. O primeiro em estudos está relacionado aos Reinados de Congos de São Paulo, a tradicional congada, uma dança trazida pelos povos bantos africanos, vindos das regiões de Moçambique, Congo e Angola.
Outro pedido de registro que está sendo analisado pelo Condephaat é o do grupo religioso Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, criado para abrigar a religiosidade do povo negro impedido de frequentar as mesmas igrejas dos brancos.
A primeira capela foi erguida em 1711 na Praça Antonio Prado, antigo Largo do Rosário. O local foi demolido e passou a funcionar no Largo do Paiçandu, onde está até hoje.
O conceito de patrimônio imaterial existe desde 1930. Os primeiros estudos relacionados ao tema foram do escritor Mario de Andrade, que realizava pesquisas sobre o folclore nacional.
A ideia é registrar danças, músicas, pratos, costumes, rituais, livros, brincadeiras, lugares ou outros tipos de manifestações artísticas ligadas à história.
Até agora, porém, não foi finalizado nenhum dos processos de registro. O primeiro em estudos está relacionado aos Reinados de Congos de São Paulo, a tradicional congada, uma dança trazida pelos povos bantos africanos, vindos das regiões de Moçambique, Congo e Angola.
Outro pedido de registro que está sendo analisado pelo Condephaat é o do grupo religioso Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, criado para abrigar a religiosidade do povo negro impedido de frequentar as mesmas igrejas dos brancos.
A primeira capela foi erguida em 1711 na Praça Antonio Prado, antigo Largo do Rosário. O local foi demolido e passou a funcionar no Largo do Paiçandu, onde está até hoje.
O conceito de patrimônio imaterial existe desde 1930. Os primeiros estudos relacionados ao tema foram do escritor Mario de Andrade, que realizava pesquisas sobre o folclore nacional.

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